Pitadas amorosas

IMG_4990Aviso logo, esse tem post tem um jabá enorme nele, porque o livro dessa semana se chama Quarentena Amorosa e é da minha prima querida, Angela Brandão. A Angela não é só minha prima, é também uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço. Para vocês terem uma idéia ela é jornalista, compositora, cantora e, agora, escritora. Também é mãe do Santi, que vou te contar, é lindo de morrer, mas não é molezinha (qual menino de 3 anos, é?). E ela faz tudo isso maravilhosamente bem, não sei como (um dia ela ainda vai me contar o segredo dela e dos seus dias de 50 horas).

Enfim, há pouco tempo o Quarentena Amorosa apareceu nas livrarias e eu, claro, fui das primeiras a grudar nele, porque o livro é uma delícia. É um carinho para você mesma, sabe? Um livro de auto-ajuda que não é ladainha. Vou confessar que é meu primeiro livro de auto-ajuda, mas acredito que não ser ladainha deve mesmo ser uma raridade. O livro é um guia de recuperação para quem teve seu coração partido, um passo-a-passo poético para ajudar você a sair da fossa. Mas mesmo eu, que no sentido romântico sou uma feliz bem-aventurada, adorei ler as dicas da Angela, até porque nem sempre é o coração que deixa a gente mal (apesar de ser a maioria dos casos, eu sei). Mas sabe aquelas vezes em que você tá meio pra baixo e não sabe o motivo? Pois então, pode ler lá que a Angela tem dicas preciosas para ajudar. Eu ri e me emocionei com as histórias do livro. Acho que isso é o objetivo de todo e qualquer tipo de literatura, não? Parabéns, prima. Você arrasa. E você que está lendo o post deveria ir correndo providenciar o seu (é jabá, mas só de leve. Não ganho nadinha, só a satisfação de todo mundo saber que a Angela é minha prima. Rsrs). Ah, e para você ver como o livro é sucesso, já saiu até no Saia Justa do GNT!

Por causa dos momentos de introspecção e reflexão que o livro recomenda, fiquei pensando muito em como, de vez em quando, passamos por momentos da vida em que nos sentimos frágeis, como se nossas pernas fossem de gelo (ainda ali, mas derretendo aos poucos) e nossa respiração uma sucessão de suspiros. Quando eu estou me sentindo assim, penso logo que a resposta é uma sobremesa gostosa (mentalidade de gordinho, fazer o quê?). Logo o par perfeito do Quarentena Amorosa para mim é um supiro doce, ou seja, um belo suflê de goiabada. Leve, mas irresistível. Doce, mas marcante. Aquele carinho que estava fazendo falta.

Suflê de Goiabada (rende 4 porções)

Ingredientes:

  • 4 claras
  • 1 pitada de sal
  • 250g de goiabada cremosa (ou goiabada cascão levada ao fogo com água)
  • 200g de requeijão
  • 1/2 xícara de chá de leite integral

Preparo:

  • Suflê:
    1. Se a goiabada estiver muito consistente leve ela ao fogo com ½ xícara de água e mexa até que ela esteja completamente derretida. Espere esfriar.
    2. Bata as claras em neve e acrescente o sal quando as claras começarem a subir.
    3. Incorpore a goiabada às claras em neve, aos poucos, mexendo delicadamente. Eu normalmente coloco a metade, mexo e depois coloco a outra metade.
    4. Unte forminhas de suflê (uns ramekins de louça ficam bonitinhos!) com manteiga e açúcar e distribua a massa do suflê até um pouco mais da metade da forminha.
    5. Leve ao forno pré-aquecido a 200°C por 8 minutos ou até dourar.
  • Calda:
    1. Junte o requeijão e o leite e leve ao banho-maria até ficar uma calda homogênea.
    2. Sirva em temperatura ambiente com o suflê saindo do forno.

Vai fazer você suspirar, mas de felicidade 😉

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